Autodiagnóstico, bora potencializar?

Estava cursando uma disciplina de Tópicos... com o professor Marcelo Sabbatini, uma eletiva para aumentar os créditos no curso de doutorado do edumatec/ufpe. Na discussão durante a aula foi elencado o ponto sobre avaliação dos professores mediante suas habilidades em tecnologias digitais e chegamos no Autodiagnóstico de Saberes Digirais Docentes do MEC, a qual podemos ter acesso por meio do link: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/autodiagnostico-de-saberes-digitais-tem-50-mil-respostas 

No mesmo dia fiz o acesso, atualização de cadastro, pois tudo pede Gov.br, compreendi como é a funcionalidade da plataforma mas não realizei o meu autodiagnóstico. Isso aconteceu no dia 29 de agosto de 2025, à 17h01 (pequei essa informação na própria plataforma, rs).

Hoje, 07 de abril, o dia que a região metropoliatana do Recife parou devido as fortes chuvas que cairam durante a noite, manhã e que são previstas para o dia todo, fez com que me organizasse para realizar meu autodiagnóstico e quero comentar um pouco com vocês essa avaliação. São considerações que ao longo da jornada profissional serão alteradas, faz parte.

Na página do MEC tem uma explicação e um dado quanto a participação dos profissionais da educação que já preencheram. Nessa tela informa que a avaliação foca em quatro aspectos essenciais: i) Planejamento consciente e direcionado; ii) Reflexão crítica sobre o uso de tecnologias; iii) Tecnologia como meio, não como fim; iv) Estratégia contextualizada. O autodiagnóstico tem por objetivo apoiar a ENEC, PIEC e o PNED. Pois a ferramenta terá potencial em mapear o cenário dos saberes digitais dos docentes e agentes educacionais nas formações continuadas nas redes de ensino.

Levei em torno de 23 minutos para concluir toda a avaliação sendo o tempo previsto de 20 a 30 minutos que o respondente vai dedicar. As perguntas são bem esclarecidas, são grandes pois traz um cenário para melhor compreensão. As perguntas estão dividas em 3 dimensões e 10 saberes, que são: 
D1: Ensino e Aprednizagem com uso de tecnologias digitais
    S1.1 Prática Pedagógica
    S1.2 Curadoria e Criação
    S1.3 Anáslie de dados
    S1.4 Prática Inclusiva

D2: Cidadania Digital
    S2.1 Uso Responsável
    S2.2 Uso Seguro
    S2.3 Uso Crítico

D3: Desenvolvimento Profissional
    S3.1 Formação Continuada
    S3.2 Comunicação e Colaboração
    S3.3 Uso de recursos digitais para gestão


Após responder as pergunta o sistema apresenta uma devolutiva individual por meio de 5 níveis: 1 - Iniciante, 2 - Familiarização, 3 - Adaptação, 4 - Integração, 5 - Liderança.

Todo o material é bem intuitivo e explicativo. Você pode fazer o autodiagnóstico uma vez por ano e suas informações genéricas são apresentadas no filtro de busca. Digo, quantos professores de uma detemrinada cidade respondeu a plataforma informa. No entanto, se precisar de mais detalhes a nível de rede, microdados, a secretaria municipal ou estadual precisa solicitar ao MEC via protocolos.

Observo que a proposta do MEC, a estrutura, a coleta dos dados na ideia de dividir o questionário em seções (dimensões) e blocos (saberes) faz com que seja fluido, não é cansativo para o participante. Penso que a ideia seja coletar informações quanto a nível de saber digital, independente dele precisar ou não ter habilidades para lecionar. É identificar suas ações nos ambientes pedagógicos quantos as dimensões, uma vivência da vida profissional. Quando finalizamos o quesitonário a plataforma apresenta níveis uma devolutiva que o sistema indica sugestões de cursos no próprio AVAMEC para os profissionais buscarem se aperfeiçoar. 

É interessante! É um caminho que está sendo adotado e contribuir em políticas públicas de formações continuadas para os professores. Todavia, ele colabora com a minha proposta de criar um perfil docente quanto as habilidades de computação para docentes que não são licenciados em computação. Penso que terei um apoio com essa ferramenta, podemos dizer um ponto de partida.

Há-braços!


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